Viver sem Pílula

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Viver sem Pílula

1 ano sem pílula

2 anos a colher o meu sangue e a entrega-lo a Terra.

O que esta viagem de profunda reconexão com o meu sagrado feminino me trouxe?

Trazer novamente vida ao meu útero tem sido uma viagem incrível de mergulho ao meu interior, reconexão com a minha essência e (re)descoberta do meu sagrado feminino.

Hoje entendo os meus ciclos, aceito-os e vivo alinhada com eles.

Conheço e respeito o meu corpo como nunca e sinto cada sinal que ele me dá.

Ativar o meu centro de poder implicou, em primeiro lugar, limpar as camadas que cobriam a minha luz numa profunda cura emocional que tem trazido desafios e emoções, memórias e sensações que estavam retidas a ocupar espaço de amor.

Trouxe-me uma ligação mais forte e consciente com a minha linhagem materna, o equilíbrio das minhas relações, mesmo que por vezes não seja o equilíbrio que julgava, mas aceitando que é o melhor pelo nosso bem superior. 

Nesta viagem tenho vindo a resgatar o meu poder pessoal, a minha auto estima, amor próprio e auto confiança e saber quando me distancio da minha essência e propósito, mostrado que é precisamente essa a minha oportunidade de me (re)ligar a eles.

Tudo isto porque me permiti ser, sentir e viver aquilo que sou, naturalmente, trazendo-me a consciência das minhas capacidades de criação, motivação, empreendedorismo, transformação, aceitação e integração.

Mas, trazer vida e luz ao meu útero sagrado, deixando as minhas águas serem livres e me falarem mensalmente o que estão a limpar e purificar não aconteceu sem a ressaca após 18 de pílula que estava, literalmente, a secar a minha energia sexual, criativa e amorosa. Para resgata-las, foi preciso ver e sentir as minhas dores, os meus traumas, as minhas inseguranças, a minha sombra, os meus medos e transformar tudo em amor.

É lindo ver este processo a acontecer e sentir como foi importante tomar este passo. Ver como os meus TPM’s melhoraram, as minhas enxaquecas desapareceram praticamente e o meu corpo se moldou – primeiro inchou, como ainda acontecia nesta fotografia – levando-me a cuidar melhor dele.

Hoje sei e sinto em que fase do meu ciclo estou, o que está a acontecer com o meu corpo físico, emocional e mental, permitindo-me respeitar a mim mesma e adequar as minhas necessidades ao momento.

Este tem sido um processo de reconhecimento para que me possa sentir-me Eu mesma e aceitar-me como sou, cíclica, genuína, única, com características pessoais e especiais para desenvolver o meu caminho e relações e limites mais saudáveis na minha vida.

S.O.S. (Susana O. Sá) | ORIGENS – Viver Holístico

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